Acusamos sempre o que somos

Acusamos sempre o que somos

Esta publicação acaba por ser uma autocrítica (que é um dos exercícios que mais gosto de fazer).

Quando em determinada altura dizemos algo sobre terceiros, regra geral reparamos naquilo que somos. Mais vale estar calado que dizer baboseira.

Durante o meu dia a dia, como espectador acabo por repara que algumas pessoas a minha volta quando criticam outras, esse caso elas são as primeiras a indicar os seus “defeitos“. Recentemente tive alguém que disse que no grupo só existiam egoístas, e de facto essa pessoa acaba por se espelhar.

Quando acusamos o outro de determinada coisa, demos de ter consciência e perceber que a acusação está a ser fundamentada na nossa própria autocrítica.

Quando eu digo que pessoa x é mesquinha, devo pensar se o mesquinho não estou a ser eu.

Como o judaísmo diz; devemos de ter contenda na língua e esse trabalho é um dos mais complicados de se fazer.

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