Quando abrimos a boca acabamos por dizer asneiras | Gerson Ingrês

by gersoningres
2 anos ago
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Hábito ou vício de dizer mal de pessoas ou coisas.

Falando coisas… por falar

Quem não deve ter aquele típico amigo, conhecido ou parente próximo que tem um gosto particular em falar mal? Também quem não tem aquele especifico personagem, que gosta de apontar e salientar o que para ele são defeitos, ou coisas menos boas?

Para todos eles, em geral a língua é maior que o cérebro (não os estou a desculpá-los de modo algum).

Quando a língua é de maior que o cérebro, conseguimos dizer coisas que se pensadas, não as diríamos.  Geralmente, esse tipo de pessoas consegue ser cruel nas indirectas que verbalizam. Mesmo estando a dizer verdade ou não, o que se acha ou o que se deixa de achar, por vezes, deve ser dita com medida. Devemos de dizer a verdade de forma que o receptor da mensagem não se sinta insultado ou magoado.

Devemos agir de forma de forma ponderada, e pensando sempre na questão: «Se eu tivesse na pele de x, o que queria ouvir?»

O retorno das palavras

As pessoas que vomitam palavras malditas antes de pensarem, acabam por ser criminosas da sua própria língua. Uma vez um excelente professor disse-me: “Quando dizemos ou escrevemos algo, essa determinada coisa deixa de ser propriedade nossa para passar a ser publica.

Uma língua ácida traz de mau o que a pessoa tem. Quando alguém diz mal de uma determinada coisa ou assunto, geralmente está a ver a sua imagem reflectia. Isto se aplica tanto a mim, como a ti…

Recentemente tenho interagido com esse tipo de pessoas, no entanto tenho aperfeiçoado novas técnicas: como lidar com essas pessoas.

  • Devemos responder aos insultos, indirectas ou afrontas de forma irónica (mas atenção a pessoa não pode perceber que estas a ser irónico);
  • Concordar, ao mesmo tempo que gozando se necessário, com todas as afrontas/juízos de valores (mais lave deixar os malucos falarem sozinhos);
  • Dar ênfase ao seu do linguarudo de forma a que esse caia no seu próprio ridículo (se forem o grupo é mais engraçado que isso aconteça);

Em suma: não devemos discutir… mesmo que o outro não tenha razão nas palavras, mais vale não argumentar (caso a discussão evoluir para extremos). O que importa é ser feliz e pensar nos outros como se eles fossem nós.

 

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