Escreverei sempre para mim

O focos tem que estar em ti, no teu interior e não naquilo que te dizem!

Se me importunasse com aquilo que dizem, que descriminam ou falam… estaria mal e não faria nada. Durante a minha caminhada, cheguei a esta conclusão: escrevo porque sinto necessidade e preciso, tanto para mim como para a minha sanidade.

O meu processo de criatividade parte somente de mim. Se me apetece acabar uma história, essa vontade tem ser sentida pela minha pessoa.

Por mais idiota que a história possa ser, ela irá retratar um determinado momento da minha vida, do meu pensamento e das minhas convicções.

Claro que se vejo que há certa adesão a uma determinada história, isso ajudar-me-à a concluir a escrita… porem, não me quero prender naquilo que um terceiro diz.

Neste momento estou a tentar concluir o terceiro livro da saga “Salto para o Abismo“. Devo admitir que este terceiro livro está a complicar-me um pouco. Já ando na correcção do quarto livro do “Ordinário” – “Rede Social“.


Próximos livros

  • “O culto do Pastor Enoque” (correcção final)
  • “Rede Social” (correcção final)
  • “O Segredo da Terra” (escrita)
  • “A Máquina da Cidade” (escrita)

Esse é, sem duvida, um dos meus problemas: eu não consigo parar quieto. Faço varias coisas ao mesmo tempo e concluir determinados livros passa a ser uma tarefa quase impossível.

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