A promiscuidade das público-privadas | Gerson Ingrês

by gersoningres
2 anos ago
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A construtora que desfez o Jardim para construir um condomínio de luxo era uma público-privada onde as contratações estavam isentas de concurso público.” – O Nevoeiro Corrompido

Assim de caras é fácil ver qual é a minha posição perante empresas que são mornas. Claro que a essas eu sou cem por centro contra.

Se queremos mercado, devemos deixar o mercado actuar. O governo não pode intervir dando o seu braço a X empresa e um pontapé a outra. O mercado tem que ser justo, e todos devem crescer pela sua própria capacidade, não com incentivos estatais.

A gestão de hospitais públicos não pode ser feita por privados. Ou temos saúde publica ou saúde privada. Se o estado não é auto sustentável, então temos que mudar o estado.

Não consigo ver com bons olhos esse leque de empresas, que tem contratos “vitalícios” com o estado (onde os seus concursos públicos são para inglês ver). Essas empresas são as tais parasitas. São as que destroem o bom nome do sector privado, quando no fundo elas são mornas (nem uma coisa nem outra).

Chamem a isso de promiscuidade ou não, mas não deixa de ser pitoresco que todos os políticos acabam por ser contratados por elas, depois da carreira profissional.

 

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