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2º Tu Bishvat, uma primeira abordagem a quem desconhece a festa

a minha pequena cirurgia ao freio

As incongruencias do mundo de hoje

Dark Light

Em promessa a mim mesmo, disse, desde a primeira festividade que ia começar a ser “religioso” e fazer todos os anos a celebração. Devo dizer que para mim o Tu Bishvat acaba por ser uma festa de conexão à terra aquilo que o Eterno criou.

Este ano organizei algo simpático em casa, convidando 3 pessoas, que desconheciam, ao evento. Tive sorte, pois este ano calhou ao fim-de-semana e eu como retornei amargamente à casa dos país, tenho que me sujeitar às regras e só tenho a casa livre para mim nos fins-de-semana.


No decorrer da festa, todos cortamos a fruta para os pratos, organizamos a mesa de forma a ficar composta. Não deixa de ser caricato, tanto a minha amiga Débora como a outra amiga, acharem que vão passar fome.

Admito; comer só fruta parece pouco, mas devo dizer que enche bastante!

Iniciamos, à mesa, o testo da Hagada (que, ao que parece irá acompanhar-me por muito tempo), li e fiz o Seder como tem que ser feito. À mesa os homens todos usaram Kipá. Se é para fazer algo bem, então até mesmo o gentio tem que fazer conforme os preceitos judaicos.

Após o quarto copo com pouca comida, todos nós já víamos a duplicar. Acaba por ser um convívio simpático, pois o vinho e a mistura de sabores da fruta faz com que percebemos que certas combinações até não ficam mal; amendoim com azeitona, por exemplo.

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