A planta do amor deve ser regada

  • parceiros iguais (Resulta?!)
  • parceiros diferentes (Resulta?!)
  • parceiros desligados (Resulta?!)
  • parceiros muito doces (Resulta?!)
  • relacionamento com mel (Resulta?!)
  • tudo muito azedo (Resulta?!)
  • cheio de prendas para dar (Resulta?!)
  • sem nada para mostrar (Resulta?!)
  • tudo às escondidas (Resulta?!)
  • para todos verem (Resulta?!)
  • muito familiar (Resulta?!)
  • muito individualista (Resulta?!)

Talvez não sejam os opostos que se atraem, ou os iguais que se unem. Na ciência os pólos opostos juntam-se, mas a nível relacional não podemos ver tanto por esse prisma. O importante é ambos, na relação terem a mesma frequência e sintonia. Se o casal for um misto, por um lado é bom… pois dessa forma os dois poderem, mais facilmente, encontrar o equilíbrio.

Devo dizer que; “para mim, à dada altura, os mais parecidos combinam-se… , mas, o meu interior prefere o díspar”.

Agora percebo que na mistura está a virtude!

Um relacionamento tem o seu trabalho. Ele deve ser constantemente regado (com palavras, afectos e emoções), caso contrário cai em monotonia. Até as próprias discussões, em casal, fazem parte do fortalecimento da relação. Ninguém pode ser dado como garantido e todos, individualmente, temos as nossas convicções.

Podemos misturar tudo?

Devemos conhecer sempre o núcleo do nosso parceiro, caso não conheçamos o parceiro, dificilmente teremos uma relação sincera.

Num relacionamento devemos de nos sentir exclusivos da pessoa. O facto de ouvir um “amo-te“, não desvaloriza a palavra. Muito antes pelo contrario.

Guardar o “amo-te” é importante, mas se sentes diz!

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