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As religiões transformam o Criador num Ser preconceito

Quando nós nos conhecemos, ficamos próximos da Luz

O poder da atracção que as emoções têm…

Dark Light

“Enxergar a nossa negatividade pode ser algo positivo”

A religião/ceita que incentiva o ódio e o preconceito, é uma religião/ceita que tem por base a invocação as cargas negativas. Geralmente, essas religiões interpretam os textos à sua forma. Dão-lhe uma conotação de castigo e penitencia a tudo o que consideram incorreto, o que faz com que as pessoas sintam o “temor a“…

Supostamente as igrejas têm por base a cura espiritual. Eu cresci em “n” igrejas evangélicas que pregavam isso, mas em mote eram tão odiosas como o belzebu que condenavam. Apesar de reconhecer que o religião possa ter um papel fundamental na sociedade, também consigo tirar uma ilação contraria – tudo depende da “seita” ou “religião” a que se segue. Elas são culpabilizadas com dois fatores: bondade e maldade. Dentro das paredes do credo, alteram-se pensamentos…, pois como diz “a fé vem pelo ouvir e ouvir sempre a mesma coisa“.

Outro tipo de papel…

Incentivar ao ódio é estar a produzir Seres Humanos para um propósito negativo. A melhor forma de o fazer será pela interpretação pessoal de textos antigos. Fazer ilações sobre os excertos religiosos, de forma negativa, é uma forma de instruir pessoas. Difamar o mundo onde habitamos, é outra forma. Essa forma faz com que as pessoas vejam tudo, o que as envolve, como fruto do negativo esquecendo-se que o “TUDO” foi feito pelo Criador.

“Frutificai, multiplicai, enchei a terra e subjugai-a, e dominai sobre o peixe do mar, sobre a ave dos céus e sobre todo o animal que se arrasta na terra!”

Não devemos tirar conclusões negativas sobre as coisas…, mas elas existem. Podemos dizer que o Criador é o Ser mais per-conceituoso e o mais castigador de sempre. Da mesma forma também podemos dizer que é o Ser mais bondoso e o que dá amor. Há que saber e analisar os textos, consoante a sua história ao mesmo tempo que enquadrando-os no tempo. Não podemo-nos esquecer quando foram escritos, que mentalidade existiam naquela sociedade e a sua originalidade (quantas traduções houveram).

Mensagem!

As religiões não devem emergir como meio de comparação, mas sim de concretização individual. Neste momento a filosofia religiosa está imposta sobre uma semente negativa. O facto de obrigar o vizinho a acreditar na nossa crença, leva-nos a tornar que o Deus que acreditamos é tão culpado com o segundo deus denominado de: diabo.

Devemos aprender com sociedades mais respeitadoras. Vejo, na minha opinião pessoal que essas sociedades são as mais ateias e, ou, as que têm por base uma religião que respeita o próximo e a sua natureza. Não façamos de Deus um Ser preconceituoso. Para preconceituosos já basta o sermos por natureza.

A maldade está na nossa interpretação e não no que está escrito!

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