Dualidade e preconceito entre a conivência em sociedade | Gerson Ingrês

by gersoningres
2 anos ago
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No passado falei nos tipos de relações, daquelas que são duradouras. Também falei sobre manipulação e o medo do compromisso na sociedade dos dias de hoje. Abrangi o tema para afirmar que a humanidade é egoísta e agarrada aos bens matérias.

Neste momento, vou falar de temas similares…

A aceitação… quando nos aceitamos, como pessoas, como seres. Quando nos conhecemos internamente. Quando sabemos grande parte das necessidades do nosso corpo. Nessas condições estamos, de grosso modo, aptos para interagir de forma sã num relacionamento.

Para mim um casal vai bem quando tem certos comportamentos como: uma linguagem própria, uma troca de olhares pessoal ou começam a soar da mesma forma.”

Acrescento a tudo isso… 

A dualidade do amor, só resulta se: ambos se aceitam como pessoas. Um casal onde um dos parceiros não se aceita na sociedade, acaba por ser um ponto negativo para o namoro. Quando amamos alguém, sentimos necessidade de expressar o “nosso” amor às pessoas que nos envolvem. Expressa-mo-lo de forma carinhosa, não sexual e controversa. Quando sentimos amor, sentimos vontade de andar de mão dada, de beijar de um momento para o outro. Fazer caricias e deixar de preocupar que o mundo existe à nossa volta.

Tudo deve ser feito com decência e dentro do carinho, pois a parte sexual é algo intimo e do casal.

Quando existe uma barreira mental, por preconceito: tanto a nível sexual como físico, o amor passa a ser doente. O maior preconceito parte de nós próprios, quando não nos aceitamos como pessoas e acabamos por estragar a aceitação da pessoa que mais amamos.

Se não houver preconceito: Quando deixamos de amar a vergonha toma conta dos nossos sentimentos.
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