Fiadores, aos que fogem de fiar | Gerson Ingrês

by gersoningres
1 ano ago
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No passado, já aqui tinha falado sobre a caridade por parte do senhorio.

O estado português tem varias filosofias de incentivado, isto para que o senhorio possa fazer caridade (quando no fundo devia de ser o estado a fazer).

Como já assistimos no passado, o senhor António até tinha fomentado algo relativamente a rendas mais baixas. No fundo a governação dos Sô Doutores é querer obrigar aquele que paga as suas contribuições a suposta caridade social, dessa forma o estado vai-se enchendo na sua ordem natural.

Todos sabemos que Portugal é um país sobrevalorizado. O valor das rendas não acompanham os ordenados pagos a parte populacional.

Por vezes, muitos inquilinos acabam por ir para casas de rendas loucas. Eles acabam por não conseguir pagar as dividas e a renda. Como o estado, de certo modo, tende em obrigar o senhorio a fazer caridade – logo gato escaldado de agua fria tem medo.

Isto fica uma pescadinha de rabo na boca. Os senhorios não tem outra hipótese se não de pedir fiador, o que é a única garantia que o senhorio tem (neste caso nem vale a pena falar do estado).

O estado é mesmo para o que ele serve; colheita de impostos e deixar-se engordar até implodir.

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