A excelência do multi-culturalismo entre as nações

O multi-culturalismo é uma das matérias mais citadas pela esquerda.

Na bandeira do multi-cultural: *Devemos ter boa conduta & *Devemos viver sobre o domínio do politicamente correcto.

O dever de respeitar a cultura de um terceiro é algo mais que obrigatório. Chega a ser incongruente quando a espantosa esquerda dá as mãos a culturas extremistas, sobrepondo essa cultura à sua própria.

Mas e se a cultura de povo X não respeitar a nossa, que é a Y?

Nesse caso a coisa não muda. Para a esquerda, o politicamente correcto é uma das bandeiras mais fortes. É a bandeira que abrange tudo e mais alguma coisa. A pessoa ideal, no politicamente correcto, tem que abraçar o multi-culturalismo. Ela não pode ser personagem com opiniões racistas, homofóbicas, sexistas ou de outro tipo de temas não politicamente correctos.

Na esquerda fantástica, quando falamos na cultura árabe temos que adquiri-la como a cultura do bem (liberdade, fraternidade e igualdade).

Sendo fanáticos de esquerda: temos que defender os árabes mesmo que eles ensinem, às crianças, na televisão a matar judeus (caso da televisão Palestina). Não é ao acaso que os senhores da extrema esquerda apoiam a construção de mesquitas, ao mesmo tempo que são ateus em relação à religião ocidental. (***engraçado é ler a resposta do liberal João Miguel Tavares***)

Basta olhar para o mundo, para a crescente onda de terrorismo e vermos que: a cultura árabe incentiva a violência. Ela não saiu da sua “idade medieval”. Existe ainda uma grande mentalidade primata. No fundo eles ainda não fizeram o renascimento, ou uma abertura cerebral e evolutiva.

Devemos respeitar a cultura alheia?
Eu acho que sim.
Devemos adquirir essa cultura como fosse nossa?
Não!

Um país só é forte, se a sua cultura e línguas também forem. Se caso o país se prostitui em palavras ou em costumes, então temos aqui um problema cultural.