O dever do auto-conhecimento

Agradece sempre a todos os que te fizeram mal. No fundo, foram eles que te fizeram ver qual era o teu caminho.


O segredo do auto-conhecimento

Quando existe, no focos interno, uma aceitação (ou um desejo em tentar compreender as motivações e o funcionamento intrínseco), a pessoa acaba por fazer directamente uma conexão real com o EU pessoal.

Ao dizer; «eu me aceito!», não traduz que a expressão é valida só por exprimir essa oração. O auto-conhecimento implica o gesto interior de tirar o “véu” desacreditamos em tudo e achamos novos argumentos para as questões. É importante chegar ao fundo do poço, para que se volte a acreditar com mais força.

“É preciso ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela cintilante.” 

Friedrich Nietzsche

A minha história:

Eu vivi bastante tempo dentro da minha “negação” pessoal. Por isso, e pelo facto de não me aceitar (em grosso modo), andei muito tempo a negar e aceitar a minha “criança” interior.

Depois de ter passado tudo o que passei, lá conclui que devia de ser sincero e honesto comigo. Custou-me afirmar: «Eu não me conheço! Não sei quais são as minhas necessidades.», foi nessa altura em que me habilitei em querer saber mais acerca de mim, dessa forma acabei por me conectar a mim e por consequência aproximei-me da minha crença religiosa (que na minha óptica faz sentido). 


Devo admitir que isto tudo foi possível acontecer, quando passei pelo maior desgosto de toda a minha vida: a perca de uma pessoa, que durante sete anos foi a mais importante que já tive.