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Por uma conversa, arrumamos toda a amizade

A comunidade deu-me uma Tanach… toda em hebraico, vinda de israel!

As amizades, por vezes, vencem no tempo e têm prazo de validade

Dark Light

Hoje é um dia que, particularmente, me encontro mais em baixo. Tudo por causa daquilo que acabou por acontecer, nas entrelinhas das conversas que tive no Messenger do Facebook com umas amigas da escola. Eu tenho uma conversa partilhada com quatro amigas da escola, que me acompanharam no meu percurso do secundário (tanto elas me acompanharam como eu acompanhei a elas).

Em relação ao estar sempre rodeado de miúdas; na escola e nos dias que correram os rapazes nunca quiseram ser meus amigos (talvez por não gostar de jogar à bola) ou por ser diferente, como alguns me chamavam.

O grupo era constituído pela Débora, Raquel, Teresa e Leonor. 

Explicando a dinâmica da malta:

  • Leonor é aquela jovem que se está sempre a cortar, a dizer que não pode ir e arranja mil e uma desculpas e por isso ela acabava por ser o alvo de chacota (havia alturas que ficava com alguma pena, pois eu tomava, todos os dias cafés com ela na minha hora de almoço do trabalho quando ainda trabalhava em Cabo Ruivo).
  • Teresa, tinha acabado de ir para a Inglaterra para ver se conseguia fazer jus no mundo audiovisual.
  • Raquel, era a que eu conhecia à mais tempo. Ela tinha sido a minha ex-namorada e era muito amiga da Débora e, ao mesmo tempo, andava sempre irritada com ela, pois a Débora não se controlava nas indiretas que por vezes com alguma razão, mas outras um pouco descabidas.
  • Débora, é uma pessoa que nós tivemos um arrufo no passado, deixamos de nos falar durante algum tempo. Ela tem um temperamento forte e eu também, o que dava a choques sistemáticos.

E depois eu, que posso admitir-me como uma pessoa que ferve em muito pouca água e é explosiva.

A conversa que estávamos a ter online era por causa da Teresa vir a Lisboa. Por incluível que parecesse, todos conseguiam combinar para aquele dia, menos eu, que tinha a festa de anos de uma amiga da minha irmã. Conversa vai e conversa vem, a Débora acabou por dizer algo que, mesmo não me afetando a mim, mas acabou por me deixar irritado. Sem me conseguir controlar e com muita vontade de por os pontos nos “is” eu disse, naquele momento tudo aquilo que nenhuma delas conseguiu dizer umas as outras.

As coisas fecharam mal, pois chamar a atenção alguém por estar fardo de ouvir os outros a dizerem que já não aguentam, fez com que me excedesse na maldade das palavras. E um defeito meu; quando sou mau, consigo ser mesmo um velhaco.

Cheira-me que as pedi “For Good” (com dizem os anglo-saxónicos). Uma mão cheia de amigas que já as conhecia fazia dez anos este ano.

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