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Quando nós nos conhecemos, ficamos próximos da Luz

1º Tu Bishvat, na sala de aula da Sinagoga Shaare Tikvah

As religiões transformam o Criador num Ser preconceito

Dark Light

Agradece sempre a todos os que te fizeram mal. No fundo foram eles que te fizeram ver qual era o caminho certo.

Auto conhecimento

Perante aquilo que já passei, quando existe, no focos interno, uma aceitação (ou um desejo em tentar compreender as motivações e o funcionamento intrínseco), acabamos por fazer diretamente uma conexão real com o EU pessoal. Ao dizer; «eu me aceito!», isto não significa que é valido somente por exprimir essa oração. O autoconhecimento implica o gesto interior  de tirar o “véu“, desacreditando em tudo, para acharmos novos argumentos e só depois é que voltamos a acreditar nos já conhecidos.

“É preciso ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela cintilante.” 

Friedrich Nietzsche

Vivi bastante tempo dentro da minha “negação” pessoal. Por isso, e pelo facto de não me aceitar – em grosso modo -, pelo facto de não querer dar a conhecer a mim e compreender a minha “criança” interior, eu não fazia essa tal conexão com o meu núcleo interno.

Depois de ter passado tudo o que passei naquela relação, no Porto, na igreja evangélica e perante certos momentos pontuais da vida, lá conclui que devia de ser sincero e honesto comigo. Custou-me afirmar: «Eu não me conheço! Não sei quais são as minhas necessidades.», foi nessa altura em que me habilitei em querer saber mais acerca de mim, dessa forma acabei por me conectar ao Criador (que na minha ótica faz sentido). 


Para chegar à luz interior há que parar, para conseguir compreender o que realmente o interior da pessoa pede. Ele fala connosco, mas geralmente nós não o ouvimos.


Nem toda a gente tem a mesma necessidade de conexão com algo metafisico. O dever da procura do bem-estar, não passa somente por algo físico, por vezes sentimo-nos completos e acreditando em algo sobrenatural é o essencial.  Quando estamos bem connosco, acabamos por ser pessoas melhores e somos consecutivamente mais positivos e, como tal, a vida acaba por ter outra cor.

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