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Sair para ir à pesca e nem tão pouco avisar

6º Tu Bishvat, festejo alargado aos amigos da mana

Trabalho, evolução e seguir para um novo rumo

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Ainda estamos em covid-19, o que é uma porcaria, pois acabei de entrar de férias. Estar de férias, trancado em casa não dá com nada. Às tantas, a meio dessa semana, a minha mãe emprestou-me a casa em Torres Vedras por um fim-de-semana.

Por causa disto da pandemia, eu sou daqueles que cumpre as regras à risca, mas resmunga e protesta como se não as estivesse a cumprir.

Sexta-Feira:

Agarrei nas trouxas, à sexta-feira de noite, e segui até a Parede para ir buscar o Love ao trabalho. Cheguei lá por voltar à pontinha das 23 horas, pois era a essa hora o porto de partida. Assim que o vi sair do edifício, aprontei-me em abrir a porta do caro para que pudesse entrar. Cumprimenta-mo-nos e seguimos, da Parede em direcção a Sintra, pois o carro a meio caminho lembrou-se de gritar por gasolina. Como viemos pelo caminho saloio, chegámos a casa às tantas. Por volta da uma e tal da manha, para ser preciso.


Sábado:

No dia seguinte até deu para fazer o primeiro dia de praia. O tempo não estava lá grande coisa, muito enublado, com um aspecto nada simpático, mas não estava frio. Na verdade o importante é que deu para estarmos juntos só os dois e aproveitar ao máximo para descansar. Por da parte da noite, por volta do jantar, a minha irmã chegava com os miúdos e uma amiga nova.

A malta chegou a casa por volta das 20 horas, eu fiz umas pizzas para o jantar… por ser mais rápido e simples. A coisa podia ter corrido melhor, devo admitir, se não fosse a falta de educação à mesa por parte do adolescente da casa. Ainda me chateei com o meu sobrinho mais velho, que não parava de arrotar e forçar o arroto à mesa. Sei que naquele momento criei um certo mau estar.

Depois do jantar, nem sequer vimos uma serie ou um filme, rapidamente eu e o Love fomos despachados para o quarto, porque a minha irmã e a amiga queriam dormir.


Domingo:

Ficámos a fazer tempo no quarto… só naquela para não acordar ninguém. Já farto de esperar, achámos estranho o silencio repentino na casa e saímos do quarto para ver se o pessoal estava a dormir. O espanto colidiu-se quando apercebemos que toda a malta tinha saído de casa e não tinham nos convidado… soubemos a meio da manhã que tinham ido à praia pescar.

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