Segundo Tu Bishvat; momento frágil

Este acabei por não ter fotografias… não as tenho pois nem as cheguei a tirar. O momento não foi dos melhores e a companhia não estava a cem por cento e com vontade.


Nunca festejar um preceito religioso meu com alguém que não tem vontade, mais vale fazer sozinho.


Uma celebração do Tu Bishvat, dia 31 de Janeiro (no fundo de dia 30 para 31). Este ano, inicio de 2018, acabou por ser mais cedo, devido às alterações e correspondências com o calendário judaico versus gregoriano. Este, o Ano Novo das Árvores, foi o meu segundo em “família“, feito em preceito judaico, e pela família que eu escolhi. Leu-se e fiz-se um jantar consoante todos os preceitos. Até tínhamos a Agadah, como leitura principal (como sempre é a mesma).

Aprendizagem:

Este ano o festejo acabou por não sei tão bom como no ano passado. Primeiro porque a conjuntura a nível emocional não estava boa e eu estou a passar por uma fase de grande mudança: comecei a viver uma nova vida sozinho e a nível relacional acredito que o fim esteja a caminho.


Independentemente da ideia que este Tu Bishvat acarretou, espero que a colheita do próximo ano seja abençoada, que o novo ano se torne especial para todas as árvores que me deram os fritos comidos neste Seder.