Tipos de relação, umas mais intensas que outras | Gerson Ingrês

by gersoningres
2 anos ago
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Estupidamente cresci, ao longo da minha vida, com a ideia que: os opostos atraem-se. Perante tudo o que vivi e tudo o que passei, eu descobri que na realidade as coisas não são bem assim…

Vivemos numa sociedade egoísta e egocêntrica, onde a dualidade se transforma em individualidade.

Hoje li um artigo: “Quatro coisas que acontecem aos casais que estão juntos há muito tempo“, que vai de encontro aquilo que tenho vivido.

Ao longo da minha vida eu tenho tido relacionamentos longos. Até hoje sempre apostei no ser-se oposto “a”, estupidamente.

Isso é um erro?!

Em todos os relacionamentos, um de “nós” tem saído anulado perante o outro.  Constato que nos postos existe uma previsível anulação. Só quando estamos numa relação duradoura, onde nos anula por completo, é que conseguimos compreender esse facto.

Por outro lado: o facto que o ser-se “igual“/parecido, faz-nos sentir uma união completa, como casal.

No fundo comparo com a palavra dualidade, a palavra Amor. A palavra tem dois ditongos (A – mor) e mostra a dualidade numa só palavra.

Acredito que a alma gémea está na parte gémea da nossa personalidade.

Para mim, todo o ser humano tem necessidades de manipular. Vejo a manipulação como forma intrínseca do ser humano e, como tal, o ser humano ama manipular aquele que lhe é mais próximo.

Para mim um casal vai bem quando tem certos comportamentos como: uma linguagem própria, uma troca de olhares pessoal ou começam a soar da mesma forma.

Num caso bonito é engraçado que quando compramos algo, para apimentar a relação, não temos que escolher bem o que queremos. Numa primeira analise basta escolher aquilo que nos próprios gostamos, pois a nossa cara metade irá gostar da mesma forma.

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