Dark Light

Hoje foi um dia mesmo agradável.

Primeiro o tempo não ajudou para ir à praia com o platónico. Depois, na noite anterior, o platónico pediu para lhe ligar por volta das 13:15.

Logo pela manha, às 8horas, despachei o senhor alemão e esperei que as 13:15 badalassem no meu relógio de corda. A mãe telefonou-me por volta das 12horas. Ela questionou-me se queria ir almoçar no centro comercial. Aceitei de bom grado, fui almoçar com eles.

Depois de almoço, às 13:20, telefonei ao platónico que me atendeu com uma voz sonolenta igualzinha há de 9 anos atrás. Fiquei nostálgico, voltei a sentir muita coisa boa… Eu acho que o platónico vai sempre mexer comigo, esteja eu com quem estiver.

O final da conversa acabou com uma confirmação. Eu reforcei dizendo: «Então fico à espera que me digas alguma coisa». Do outro lado ouvi resposta afirmativa: «Sim eu digo…» desliguei. Supostamente éramos para combinar um café mais para a tarde.

Devia de ter seguido o conselho da minha amiga Cláudia… mas não, estupidamente pus-me à espera na cama a ver um filme da anime. Mas para quê? – pergunto-me!

Não valeu a pena, não tive qualquer tipo de resposta da parte do platónico. Mas o pior disso tudo é que há pouco fui fazer a barba e quando estava a fazer, à mente veio-me o defunto de 8 anos. Rapidamente os meus olhos ficaram avermelhados e eu pensei: «Não acredito!», depois numa fração de segundos veio-me a voz da Débora a dizer: «Vai haver dias que estas mesmo bem, mas que outros vais sentir falta.», e eu respondia-lhe: «Não, eu já esqueci o defunto…».

Bem acho melhor ir dormir… Amanhã tenho teste de Alemão.

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